A Europa viveu, nos últimos meses, dois acontecimentos simbólicos que revelam caminhos opostos no modo de compreender o aborto no espaço público. Na França, a decisão histórica de inscrever o aborto como um direito constitucional foi celebrada como vitória do progressismo jurídico. No Principado do Mónaco, pelo contrário, o príncipe Alberto II usou o direito de veto para bloquear a legalização plena do aborto, defendendo a proteção da vida nascente como fundamento ético da identidade do principado. A proximidade geográfica dos dois Estados contrasta com a distância ideológica que os separa nesta matéria. A «filha primogénita da Igreja», a terra dos Francos, tem dois rumos contrastantes.
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