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Adriano Oliveira

10 de September, 2020

Bem-vindos! Estamos prontos quando vocês quiserem,…

Notícias recentes informam que os museus de Nova Iorque começaram a reabrir.
Questiono se Fátima, à semelhança de outras forças vivas, não deveria acelerar o passo para, desse modo, ultrapassar a Covid.
Saibamos, pois, usar da prudência necessária e não cometermos erros que possamos, mais tarde, pagar com juros.
Fátima não é só turismo religioso, mas, também.
Fátima, dada a sua excelente localização, pode competir com muitas outras cidades. Estamos a uma hora do aeroporto de Lisboa, a duas horas do Porto.
Num raio de 50 km, ou seja, pouco mais de meia hora de carro, Santarém, Nazaré, Tomar, Abrantes, Marinha Grande,…
Fátima é o epicentro do turismo religioso, onde compete com os templários em Tomar, na vertente histórica e cultural, com jóias como o Convento de Cristo, o Mosteiro da Batalha, o Castelo de Almourol e tantas outras.
Vinhos, frutas, o famoso leitão da Bairrada e azeites de excelência, peixe, praias, temperaturas amenas e segurança. De que mais necessitamos?!
A Vineves produz mais de 90 % da produção de azeites para a exportação, o Grupo Parras produz vinhos de várias proveniências (Alentejano, Lisboa-Tejo e outras origens), na Loureira o Grupo NS, a Marcante Mármores, a JJR na Quinta da Sardinha e muitas outras empresas afirmam-se pela positiva.
Será que vai tudo bem? Não, mas,..
Naturalmente que a economia ressente-se com grandes quebras no consumo e, em simultâneo com o agravamento do deficit, seja ele nas famílias, nas empresas e no Estado.
Alguém disse que as dívidas velhas não se pagam e as novas se fazem velhas. Nada mais errado. O Estado deveria dar o exemplo e ser de boas contas. Pagar bem dentro dos prazos negociados e só gastar no que tem retorno assegurado. Investir na formação, no ensino, na saúde dentro das suas possibilidades. Assim, quem gasta mais do que pode, acaba sempre por criar dependências.
O Estado “paizinho” não é solução e porquê? Favores pagam-se.
O Fátima Hotels Group deu um excelente exemplo criando um booking privativo para fazerem a gestão de reservas de um conjunto de hotéis. Outros exemplos poderiam se repetir e, ao invés de trabalharem sozinhos, apostar em trabalhar em rede, partilhando custos fixos e apostar tudo na inovação.
A inovação é - poderá ser - a resposta a muitos problemas das empresas.
As micro empresas deveriam unir-se para poderem em conjunto ter acesso a fundos e programas que, de outro modo, estarão excluídos por não reunirem condições.
Este artigo não pretende trazer nada de novo, mas tão só chamar atenção para soluções bem mais simples do que muitos poderão imaginar.
A simplicidade é o mestre dos mestres.
Agradeço ao Dr. Alexandre Marto (Fatima Hotels Group), à Dra Purificação Reis (Aciso), ao Senhor Virgolino Neves, e muitos outros os seus inputs.
A digitalização da economia é uma certeza num futuro próximo. Ousamos, pois, trabalhar esta vertente na certeza de que ninguém dá nada a ninguém.
Bem vindos, estamos prontos!
“Win-win", ganhas tu, ganhamos todos! Aliás, como disse alguém em tempos: ir a Fátima não é exclusivo de ninguém, muito menos, necessitamos de leis especiais para o efeito. Dar/receber o binómio perfeito neste “agora” que se faz tarde.
“Eat out help out”, comer fora ajudando-nos. Quem diz comer, pode dizer dormir e conhecer de perto o melhor que temos para oferecer; simpatia e hospitalidade.
Fátima dos milagres depende de ti, de mim e de todos nós.

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