A democracia assenta no debate e na aceitação da crítica. Quem discorda tem o direito de manifestar a sua opinião e de criticar. Uma democracia sem crítica aproxima-se perigosamente do totalitarismo e da ditadura. Por isso, da oposição em democracia não se espera silêncio. A democracia depende do confronto saudável de ideias, da fiscalização constante do poder e da representação ativa dos interesses da sociedade. Quando a oposição se mantém em silêncio ou se acomoda, ela abdica de um dos seus papéis centrais: questionar, propor alternativas e denunciar falhas na governação. Mais, uma oposição passiva transmite a sensação de conivência, falta de coragem política, ausência de projeto ou até alinhamento velado com quem governa.
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