Estes últimos anos têm sido marcados por um brutal despertar daquilo que julgávamos ser um século duradoiro de paz. Afinal, tudo não passou de ilusão. Hannah Arendt, uma filósofa judia alemã que sobreviveu à ascensão do nazismo no seu país, já nos tinha avisado, em 1951, que o verdadeiro perigo não é fazer as pessoas acreditarem em mentiras, mas sim fazer com que desistam completamente da verdade. No nosso mundo de hoje, muito pouco se investe em se ser o que se é, em dar opiniões próprias (em ser idêntico, no dizer de Miguel Torga), em dar opiniões para que a criatividade, a imaginação e a responsabilidade se desenvolvam.
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