Se hoje em dia uma das preocupações da Junta de Freguesia é o alargamento do cemitério de Fátima, em 1942, o jornal A Voz de Domingo, de 19 de Março, dava conta de idêntica preocupação expressa pelo presidente de então, Joaquim Pereira Reis, que “abalançou-se agora a reconstruir o cemitério paroquial, que bem necessita de ser reparado. Para esse fim reuniu-se em sessão de 1 do corrente para tratar da compra de terrenos junto ao mesmo cemitério, compra já efectuada. Completamente modificado, fica bastante espaçoso com lugar suficiente para 600 sepulturas.” O artigo termina dando os parabéns à Junta e pedindo “a todo o povo da freguesia que não se esqueça de concorrer com suas esmolas, para a obra tão cristã — o zelamento do cemitério.”
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