A notícia recente sobre a beatificação de Fulton John Sheen não é apenas um acontecimento eclesial; é um sinal dos tempos. Num mundo saturado de palavras e carente de verdade, a Igreja propõe- -nos como modelo um pastor cuja voz atravessou rádios, televisões e corações com uma clareza rara: firme sem ser áspera, profunda sem ser obscura, apaixonada sem ser fanática. Sheen foi um arcebispo fora do comum. Intelectual brilhante, formado na tradição clássica e tomista, sabia dialogar com a modernidade sem se deixar capturar por ela. Não temia a cultura contemporânea; por seu lado, enfrentava-a com razão luminosa e caridade ardente.
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