Notícias de Fátima
Sociedade Religião Lazer Educação Desporto Política Opinião Entrevistas Como Colaborar Contactos úteis Agenda Paróquia de Fátima
PUB
Home Sociedade Conservatório promove sessões de musicoterapia

Conservatório promove sessões de musicoterapia

Sociedade - 21 de novembro, 2019
O Conservatório de Música de Ourém e Fátima desenvolve, desde 2012, o projecto “Sons que transformam”, intervenção em Musicoterapia, em parceria com Escolas e Instituições de Solidariedade Social.

A musicoterapia tem demonstrado ser um contributo na manutenção da qualidade de vida dos participantes e são inúmeros os seus benefícios: promove a atenção e o controlo da impulsividade; reduz a tensão e ansiedade; promove a diminuição de comportamentos inadequados; promove competências cognitivas e de trabalho em grupo; facilita o relacionamento e a interacção pessoal; estimula o movimento e posturas corporais correctas; promove a expressão de sentimentos e emoções; promove o desenvolvimento da fala, da linguagem e da comunicação.

As sessões de Musicoterapia tanto podem ser individuais como em grupo, tendo em conta as necessidades apresentadas pelo paciente. Mais informações através no e ‑mail geralcmac@sapo.pt ou através do telefone 249 538 171.

Sons que ajudam

“A musicoterapia não cura mas ajuda a manter as capacidades”.

É com esta convicção que Helena Gama, musicoterapeuta no Conservatório de Música de Fátima, se desloca todas as segundas ‑feiras ao Centro de Dia para Doentes de Alzheimer da Santa Casa da Misericórdia de Fátima‑Ourém.

As sessões decorrem num ambiente alegre e bem disposto e todos participam ao ritmo das suas capacidades. Brincalhona e muito simpática, a utente Maria Leonor não esconde o seu gosto pela música. “Quando era nova só ia a bailaricos”, afirma enquanto vai interagindo com os colegas de grupo e com Helena Gama.

“O objectivo da musicoterapia não é ensinar música”, começa por esclarecer a técnica de Rea‑ bilitação e Inserção Social, refe‑ rindo que “nós usamos a música para fins terapêuticos”. Explica ainda que “a música activa uma área do cérebro” que melhora a interacção e sociabilização destes pacientes. 

 

A reportagem completa está disponível na edição de 31 de Outubro.

 

Mais Notícias Sociedade