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“Movimento e cor” com nova campanha solidária

Sociedade - 21 de November, 2019
Em 2020, o Movimento e Cor depois dos 65, grupo informal de profissionais que desde há uns anos a esta parte promove na região acções culturais e recreativas direcionadas para a população sénior e para projetos solidários especiais, dedicará as suas iniciativas solidárias ao António Santos Gabriel, um menino com síndrome associado ao SATB2, também conhecido como Síndrome de Glass.

Com dez anos de idade, o António é filho de Norton Matos Gabriel e Olga Pereira Santos, ele funcionário do Santuário de Fátima. Os indivíduos com esta síndrome são geralmente simpáticos e felizes, o que também é o caso do António. No entanto, a sua condição afeta significativamente muitas áreas do seu desenvolvi‑ mento, incluindo a fala, cognição, capacidades motoras finas e grossas. Apresentam também frequentemente anormalidades do palato e problemas dentários, incluindo dentes grandes. Podem também ter convulsões, dificuldade em dormir e atrasos do crescimento ou desenvolver problemas comportamentais, entre outros problemas médicos. 

A campanha “Vamos ajudar o António” inicia em Novembro com a recolha de tampinhas de plástico, que podem ser entregues no café Império, junto da Rotunda Anjo de Portugal, na Cova da Iria, no espaço Leirizoo, na Gaândara dos Olivais, em Leiria, ou  enviadas ou entregues diretamente aos pais: Norton Gabriel ‑ 914212463 e Olga Santos ‑ 916063316.

Para o mês de Março de 2020 está a ser preparado um concerto solidário pelo Movimento e Cor depois dos 65, com programa ainda a anunciar. As verbas obtidas serão entre‑ gue aos pais, para tratamentos es‑ pecíficos em cada uma das áreas em que o António tem maior necessidade.

“Desde há mais ou menos quatro anos, temos vindo a efectuar vários ciclos de estimulação de forma intensiva, primeiro num centro no Porto e de há dois anos a esta parte em Braga. Esta estimulação visa tentar com que o António adquira o máximo de autonomia possível, algo que tem tido muito bons resultados e nos faz acalentar esperanças fundadas em que alcance mais autonomia”, explicam os pais. 

E é para estes ciclos de estimulação intensiva que os pais têm canalizado o dinheiro angariado com as várias iniciativas que têm desenvolvido ou a que aderem. 

 “Com as tampinhas de plástico (e as caricas de metal, noutras campanhas) que as pessoas têm juntado para o António e com o forte apoio da empresa intermu‑ nicipal de gestão de resíduos dos concelhos de Beja e Mértola, a Resialentejo, que valoriza as tam‑ pinhas e as caricas acima do valor de mercado e efectua o pagamento directamente às instituições onde as crianças fazem os tratamentos, temos conseguido ajuda para o nosso filho”, acrescentam os pais. 

Para mais informações mé‑ dicas e científicas sobre esta síndrome: www.satb2gene.com

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