Este título de uma canção de José Cid é o mais adequado para abordarmos a cunha e os compadrios que têm vindo a lume, a respeito de um vereador da Câmara de Lisboa. Pertencendo a um partido que prega a moralidade aos quatro ventos, deu emprego à namorada, à cabeleireira e a mais uns quantos, sem grandes qualificações técnicas. Nada de novo na política portuguesa. Recuemos até 1916. Na altura existia o Partido Republicano, seguido por outros dois, mais moderados, o Partido Evolucionista e a União Republicana.
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