Se o Evangelho fosse verdadeiramente vivido — não apenas citado, não apenas defendido, mas praticado como regra de vida — o mundo não seria perfeito, mas seria profundamente humano. Seria um mundo onde a dignidade não dependeria da utilidade. Onde cada pessoa, da criança ao idoso, do saudável ao frágil, seria olhada como um fim em si mesmo e nunca como meio. A lógica do descarte daria lugar à lógica do cuidado. O êxito não se mediria pelos títulos, mas pela capacidade de servir.
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