Por não disporem de retaguarda familiar, foi necessário assegurar padrinhos e madrinhas para todos os utentes. “Há sempre alguém que se oferece – normalmente não temos dificuldade com as madrinhas, porque a nossa casa tem muitas senhoras. Já homens temos apenas os motoristas e alguns ajudantes de lar, mas conseguimos sempre garantir padrinhos e madrinhas para todos”, explica Graciela Antunes, assistente social na instituição há 26 anos.
A própria já assumiu esse papel no passado. “Logo quando entrei fui batizada [no âmbito da praxe] e fui madrinha de uma menina”, recorda.
Segundo a responsável, a instituição tem por hábito batizar todos os seus utentes. “Estavam muitos por batizar e iniciámos por aqueles que não têm retaguarda familiar. Batizámos 11 e ainda faltam 13, que serão organizados em articulação com as famílias”, acrescenta.
A celebração iniciou-se com a missa, que contou sobretudo com a presença de padrinhos e cuidadoras, prolongando-se depois num momento de convívio e partilha à volta da mesa, marcado pela alegria e pela confraternização.
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